sexta-feira, 24 de junho de 2011

O que mais me assusta

O que mais me assusta num político é a sua ambição pelo poder a qualquer custo. A destinação de tanta energia e dinheiro em nome próprio e não de um projeto coletivo. É a capacidade que alguns políticos têm de se misturar às realizações de outros e tirar proveito disso. É a utilização de dinheiro e estruturas que não lhe pertencem, sem sequer se preocupar em dizer como e à quem. É o investimento desproporcional ao anseio. É sempre falar na 1ª pessoa do singular.

O que mais me assusta não é o político... é o seu eleitor que não percebe tudo isso.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Como plantar laranjas

Primeiro tem que escolher que tipo de laranja se pretende plantar, saber se a qualidade do cítrico é bem adaptada à região. Depois disso o local deverá ser bem adubado, muito estrume, melhor aquele de vaca, o de cavalo não possui caracteristicas necessárias para desenvolvimento da planta. Faça um buraco fundo o suficiente para fixar a planta, deixe o buraco adubado por pelo menos 30 dias antes de efetuar o plantio. Escolha bem o tipo da laranja, algumas podem ser atacadas por diversas doenças, uma delas o "Cancro Cítrico" se ajoja na planta depois de adulta provoca lesões nas folhas, frutos e ramos e, consequentemente queda de folhas frutos e de produção. Depois de infectado, a planta precisa ser extirpada do pomar, caso contrário contaminará todas as plantas ao seu redor.

Se imagina que eu sou agricultor há engano da sua parte. Eu fiz o texto pensando exatamente na política que se desenvolve em Campo Limpo. Não é nada dificil dar nomes aos laranjas e às laranjeiras contaminadas que estão neste pomar, para salvar o que ainda resta de bom é necessário extirpar as plantas já infectadas, não há salvação, a doença é incurável e acaba infectando as demais.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Professores de Campo Limpo conquistam aumento de 15%

A luta dos professores da rede pública municipal de ensino conquistaram um aumento salarial de 15% sobre o salário base mais a incorporação do abono de R$ 100,00. Graças à organização destes importantes trabalhadores, que com maestria souberam pressionar a administração, não tivemos uma paralisação dos serviços educacionais. Nós cidadãos sabemos o quanto nos é prejudicial a paralisação destes serviços, o atraso na formação de nossas crianças, os momentos de tensão, a falta de políticas públicas para a nossa cidade, enfim, a falta de administração da educação.
Enfim, os professores venceram mais essa batalha e por suas custas, embora a administração tentasse demonstrar que já havia predisposição para concessão do aumento, o que ocorreria mais adiante, que a "mobilização só atropelou o processo", e sabemos que isso não é verdade, se o fosse o aumento teria sido retroativo ao mês de maio. Agora está na hora de lutar por um plano de carreira decente, pela equiparação aos salários da região, pelo respeito e valorização do servidor e pela estipulação de uma data base.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

TSE já recebeu 106 processos por doações irregulares nas Eleições 2010

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral


Até o fim da noite dessa terça-feira (7), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu do Ministério Público Eleitoral (MPE) 106 representações contra pessoas físicas e pessoas jurídicas que supostamente fizeram doações irregulares durante a campanha presidencial das eleições de 2010. Esses processos se referem às doações feitas para os candidatos à Presidência da República.

Já os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) em todo o Brasil registraram, até então, o recebimento de cerca de 2000 ações sobre doação irregular em relação às campanhas políticas dos candidatos aos demais cargos.

Receita Federal
As ações propostas pelo MPE são resultado do levantamento realizado pela Receita Federal, que apontou a relação de possíveis doadores irregulares durante as eleições de 2010. Os dados foram obtidos a partir de cruzamento entre as prestações de contas dos candidatos e comitês financeiros e a base de dados da Receita Federal relativa a 2009. Os limites de doação estão previstos na Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), que define o teto de 10% dos rendimentos brutos do ano anterior à eleição no caso de pessoa física, e de 2% do faturamento bruto do ano anterior à eleição para pessoa jurídica. Aqueles que tiverem feito doações fora desses limites poderão sofrer as consequências previstas na legislação eleitoral.

Presidente do TSE
O levantamento da Receita Federal foi repassado ao MPE pelo presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, no final do mês de abril (27/04). A partir dessas informações, o Ministério Público pôde, então, formalizar os processos contra os doadores que, supostamente, não respeitaram o limite estabelecido por lei.

Prazo
De acordo com decisão tomada pelo Plenário do TSE em maio do ano passado, o MPE deve propor as ações contra doação irregular dentro de um prazo de 180 dias a contar da data da diplomação dos eleitos. Esse prazo corresponde ao período estipulado pela Justiça Eleitoral para que os candidatos e partidos políticos conservem a documentação referente às contas eleitorais.

Portanto, a Justiça Eleitoral receberá ações por doação irregular referente à campanha de 2010 até o próximo dia 17 de junho

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Transporte público

A tarifa do ônibus subiu para R$ 2,90.

A atual administração concedeu o aumento à empresa Rápido Luxo Campinas após analisar as suas planilhas de custos. A empresa alega que investiu R$ 2,7 milhões na renovação da frota na compra de ônibus adaptado para pessoas portadoras de necessidades especiais. A meu ver este custa deveria ser da empresa que explora os serviços municipais há anos e tem que cumprir o seu papel social e não repassar este custo à população, na realidade a empresa vem obtendo altos lucros e grande crescimento às custas de seus poucos investimentos no transporte local, não é difícil encontrar ônibus desta empresa circulando com pneus carecas, lotados e com funcionários desmotivados, não são raras as reclamações dos usuários.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Sai Palocci entra Gleisi

A nova ministra da Casa Civil fará um pronunciamento no Senado nesta quarta-feira, às 14h30, e depois participará da cerimônia de posse 16h30 no Palácio do Planalto. Com a saída de Gleisi, deverá assumir a vaga no Senado o primeiro suplente Sergio de Souza, do PMDB.

"O compromisso com a presidenta que eu tenho é um compromisso com o meu país. Sei da minha responsabilidade nesse processo. Aceitei esse convite sabendo do tamanho da responsabilidade", disse a senadora durante entrevista coletiva na sala da liderança do PT no Senado.

Gleisi lamentou a saída de Palocci da Casa Civil. “Quero fazer aqui referência ao ministro Palocci, porque para nós é momento triste. É uma pena perder o ministro Palocci neste governo pelas qualidades que ele tem”, disse a nova ministra.

Segundo a senadora do PT, a presidente Dilma quer o funcionamento da Casa Civil na área de gestão e no acompanhamento de projetos do governo.

“Ela disse que meu perfil é um perfil que se adequa ao que ela pretende agora na Casa Civil, que é o acompanhamento dos projetos do governo. Portanto, é uma ação de gestão. A presidenta quer uma gestão mais técnica na Casa Civil”, afirmou Gleisi durante a entrevista.

Acompanhada por integrantes da bancada do PT no Senado, a nova ministra agradeceu o apoio dos colegas de partido e negou que haja uma “maldição” na Casa Civil, que faça com que boa parte dos ministros que por lá passaram sejam demitidos do cargo. “Não há maldição na Casa Civil. Temos um projeto extraordinário de mudança deste país com o qual estou comprometida”, declarou.

Trajetória

A senadora petista é casada há 15 anos com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, tem dois filhos e fará 46 anos no dia 6 de setembro.

Gleisi Hoffmann foi a primeira mulher eleita para o Senado pelo Paraná. Ela já foi diretora financeira da Hidrelétrica Binacional de Itaipu e trabalhou com Dilma na equipe que fez a transição do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2002 e 2003.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Caso Palocci - Arquivado

O procurador-geral da República arquivou o pedido de investigação contra o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci. Para o procurador, não há existência de elementos, ainda que mínimos, da prática de crime na evolução patrimonial do ministro.

O procurador Roberto Gurgel analisou as representações apresentadas pelos partidos de oposição e a documentação enviada pelo ministro Antonio Palocci. Em um parecer de 27 páginas, informou que o pedido de investigação das denúncias contra o ministro está arquivado.

A decisão arquiva pedidos de investigação feitos por três partidos de oposição. Depois de examinar representações e informações de Palocci, o procurador Roberto Gurgel entendeu que não se comprovou pratica de delitos como uso do mandato de deputados para beneficiar empresas privadas junto ao governo, o que, para Gurgel, não motiva instauração de inquérito.

O procurador afirmou que Palocci apresentou documentação que comprova a regularidade do recolhimento de Imposto de Renda da consultoria Projeto, e que ela não fez contrato com empresas públicas. A documentação, segundo o parecer, identifica as receitas obtidas pela consultoria a cada ano e o valor pago por cada cliente da empresa. Para o procurador, os documentos são suficientes para formar juízo seguro sobre a improcedência das acusações de práticas criminosas. Acrescenta que não há sequer indícios de sonegação fiscal.

Na conclusão, diz que não há existência de elementos e prática de algum crime. Faz uma ressalva: diz que a lei penal não tipifica como crime a incompatibilidade de patrimônio com a renda declarada. Segundo ele, isso poderia, em tese, configurar ato de improbidade administrativa. Sob investigação da procuradoria-geral do Distrito Federal.

Depois da decisão do procurador-geral, Palocci divulgou nota afirmando que prestou todos os esclarecimentos de forma pública e que entregou à procuradoria todos os documentos da empresa Projetos. Ainda de acordo com a nota, Palocci diz que espera que a decisão da procuradoria recoloque o embate político nos termos da razão, do equilíbrio e da justiça.

A presidente Dilma Rousseff não comentou, em público, a decisão da Procuradoria-Geral da República.