sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Dia do Idoso
Amanhã 01/10 é dia do idoso. Trata-se de uma data muito importante para todos pois a longevidade é um ideal buscado pela maioria. Devemos ter em mente que o dia do idoso é uma data comemorativa, mas acima de tudo, é a marca de um marco na história para lembrar a todos que o país vem aumentando a quantidade de idosos e para isso devemos nos preparar para que esse crescimento venha acompanhado por serviços especializados e de qualidade, proporcionando qualidade de vida a quem já deu a sua parcela de contribuição à sociedade e também àqueles que continuam contribuindo economicamente com o sistema. A priorização das políticas públicas para idosos é fato no governo federal e do PT desde que Lula assumiu o poder. A exemplo disso tivemos a promulgação do estatuto do idoso, revisões de aposentadria, criação de milhares de conselhos do idoso, investimentos na área de formação de pessoal na área de saúde e turismo, transporte gratuito para idosos e muitos outros programas que privilegiam o idoso. Esse é o modo petista de governar.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Aglomerado Urbano III
Fábio Pescarini
Agência BOM DIA
O prefeito Miguel Haddad (PSDB) cobrou nesta quarta-feira (28), pela primeira vez, o governo federal para a instalação de uma universidade pública em Jundiaí.
Durante encontro com o ministro da Educação, Fernando Haddad, em Brasília, o prefeito de Jundiaí levou o projeto que já discute há meses com o governo do Estado.
“Estamos atuando em duas frentes e pode até ser que a região consiga duas universidades públicas, uma estadual e outra federal”, afirmou Miguel. O prefeito de Jundiaí tentou sensibilizar Fernando Haddad com a importância do novo Aglomerado Urbano, que reúne sete municípios da região.
O ministro, segundo Miguel, afirmou acompanhar o caso de perto, mas não fez promessas. “Ele [ministro] conhece Jundiaí e sabe da importância desta região”, disse.
Luta apartidária / A pressão para a instalação de uma universidade pública em Jundiaí, principalmente junto ao governo federal, começou no ano passado, com políticos opositores ao prefeito jundiaiense, com um abaixo-assinado e aos poucos o movimento ganhou corpo apartidário.
Em Brasília, o deputado federal Vicentinho (PT) foi o primeiro a encampar o projeto. Mas com a eleição do Luiz Fernando Machado (PSDB), o tucano assumiu à frente – ele também esteve na reunião de desta quarta.
Articulações / Antes de retornar para Jundiaí, Miguel ainda teve reuniões com o senador tucano Aloísio Nunes (PSDB) e com o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB), ex-secretário de Educação de São Paulo.
E, apesar de rejeitar o rótulo de líder do Aglomerado Urbano, às vésperas de os municípios decidirem quem será seu presidente, pela primeira vez Miguel assumiu uma posição de liderança, desde que o polo regional foi criado no mês passado.
“Todos os prefeitos das cidades do aglomerado são bem capacitados para assumir o posto de presidente. O importante é ter um trabalho em conjunto”, afirmou o prefeito
Franco da Rocha é opção mais próxima
Tanto o governo estadual quanto o federal observam com bons olhos a instalação de uma universidade em Franco da Rocha, na área do hospital psiquiátrico. “Seria mais uma alternativa para as pessoas da região de Jundiaí”, afirmou Miguel. “Quanto mais os governos investirem em educação, melhor”.
22 - É o número de instituições de ensino superior particulares em Jundiaí, incluindo de ensino a distância.
Agência BOM DIA
O prefeito Miguel Haddad (PSDB) cobrou nesta quarta-feira (28), pela primeira vez, o governo federal para a instalação de uma universidade pública em Jundiaí.
Durante encontro com o ministro da Educação, Fernando Haddad, em Brasília, o prefeito de Jundiaí levou o projeto que já discute há meses com o governo do Estado.
“Estamos atuando em duas frentes e pode até ser que a região consiga duas universidades públicas, uma estadual e outra federal”, afirmou Miguel. O prefeito de Jundiaí tentou sensibilizar Fernando Haddad com a importância do novo Aglomerado Urbano, que reúne sete municípios da região.
O ministro, segundo Miguel, afirmou acompanhar o caso de perto, mas não fez promessas. “Ele [ministro] conhece Jundiaí e sabe da importância desta região”, disse.
Luta apartidária / A pressão para a instalação de uma universidade pública em Jundiaí, principalmente junto ao governo federal, começou no ano passado, com políticos opositores ao prefeito jundiaiense, com um abaixo-assinado e aos poucos o movimento ganhou corpo apartidário.
Em Brasília, o deputado federal Vicentinho (PT) foi o primeiro a encampar o projeto. Mas com a eleição do Luiz Fernando Machado (PSDB), o tucano assumiu à frente – ele também esteve na reunião de desta quarta.
Articulações / Antes de retornar para Jundiaí, Miguel ainda teve reuniões com o senador tucano Aloísio Nunes (PSDB) e com o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB), ex-secretário de Educação de São Paulo.
E, apesar de rejeitar o rótulo de líder do Aglomerado Urbano, às vésperas de os municípios decidirem quem será seu presidente, pela primeira vez Miguel assumiu uma posição de liderança, desde que o polo regional foi criado no mês passado.
“Todos os prefeitos das cidades do aglomerado são bem capacitados para assumir o posto de presidente. O importante é ter um trabalho em conjunto”, afirmou o prefeito
Franco da Rocha é opção mais próxima
Tanto o governo estadual quanto o federal observam com bons olhos a instalação de uma universidade em Franco da Rocha, na área do hospital psiquiátrico. “Seria mais uma alternativa para as pessoas da região de Jundiaí”, afirmou Miguel. “Quanto mais os governos investirem em educação, melhor”.
22 - É o número de instituições de ensino superior particulares em Jundiaí, incluindo de ensino a distância.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Discussão das PECs da reforma política começam hoje
O objetivo é acelerar a tramitação dessas propostas, que precisam de cinco sessões de discussão em primeiro turno e de três em segundo turno
Começam nessa terça-feira, 27, a série de sessões deliberativas extraordinárias destinadas a discutir as propostas de emenda à Constituição (PECs) que constam da pauta de deliberações do Plenário - entre as quais, três que tratam da reforma política. Foram marcadas sessões para os dias 27, 28 e 29 deste mês e 4 e 5 de outubro, sempre às 12h. O objetivo é acelerar a tramitação dessas propostas, que precisam de cinco sessões de discussão em primeiro turno e de três em segundo turno, além de uma votação em cada turno.
Já estão na pauta do Plenário três propostas da reforma política: a PEC 37/2011, que reduz de dois para um o número de suplentes de senador; a PEC 38/2011, que muda a data de posse de chefes do Executivo; e a PEC 42/2011, determinando que mudança no sistema eleitoral deve ser precedida de referendo.
Fonte: Agência Senado
Começam nessa terça-feira, 27, a série de sessões deliberativas extraordinárias destinadas a discutir as propostas de emenda à Constituição (PECs) que constam da pauta de deliberações do Plenário - entre as quais, três que tratam da reforma política. Foram marcadas sessões para os dias 27, 28 e 29 deste mês e 4 e 5 de outubro, sempre às 12h. O objetivo é acelerar a tramitação dessas propostas, que precisam de cinco sessões de discussão em primeiro turno e de três em segundo turno, além de uma votação em cada turno.
Já estão na pauta do Plenário três propostas da reforma política: a PEC 37/2011, que reduz de dois para um o número de suplentes de senador; a PEC 38/2011, que muda a data de posse de chefes do Executivo; e a PEC 42/2011, determinando que mudança no sistema eleitoral deve ser precedida de referendo.
Fonte: Agência Senado
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Mulheres na Arábia Saudita devem poder concorrer e votar em eleições municipais
Mulheres na Arábia Saudita devem poder concorrer e votar em eleições municipais, anunciou o rei Abdullah neste domingo.
A partir do ano que vem, mulheres da Arábia Saudita poderão votar e se candidatar às eleições municipais, conforme anunciou neste domingo o rei Abdullah
Ele disse ainda que elas vão poder ser nomeadas para o Conselho Shura, órgão consultado em temas importantes no país.
As medidas são reivindicação antiga de ativistas que lutam por maiores direitos para as mulheres na conservadora Arábia Saudita.
Abdullah disse que os novos direitos devem passar a valer a partir do ano que vem.
- Porque nos recusamos a marginalizar as mulheres em todas os aspectos que estão de acordo com a sharia (leis religiosas), decidimos, após consulta com nossos clérigos mais altos e outros envolver as mulheres no Conselho Shura como membros, a começar da próxima temporada,disse ele, na abertura da edição deste ano do órgão. ”As mulheres vão poder se candidatar nas eleições municipais e vão poder até votar”, completou.
Avanço
A analista da BBC Emily Buchanan afirma que a medida e de importância extraordinária para as mulheres sauditas, que não tem permissão para dirigir ou sair do país desacompanhadas.
As eleições municipais são os únicos pleitos públicos na Arábia Saudita.
Mais de 5 mil homens vão competir nas eleições municipais da próxima quinta-feira, a segunda já realizada no país, para eleger assentos nos conselhos locais.
A outra metade dos assentos é nomeada pelo governo.
As próximas eleições municipais devem acontecer dentro de quatro anos.
A partir do ano que vem, mulheres da Arábia Saudita poderão votar e se candidatar às eleições municipais, conforme anunciou neste domingo o rei Abdullah
Ele disse ainda que elas vão poder ser nomeadas para o Conselho Shura, órgão consultado em temas importantes no país.
As medidas são reivindicação antiga de ativistas que lutam por maiores direitos para as mulheres na conservadora Arábia Saudita.
Abdullah disse que os novos direitos devem passar a valer a partir do ano que vem.
- Porque nos recusamos a marginalizar as mulheres em todas os aspectos que estão de acordo com a sharia (leis religiosas), decidimos, após consulta com nossos clérigos mais altos e outros envolver as mulheres no Conselho Shura como membros, a começar da próxima temporada,disse ele, na abertura da edição deste ano do órgão. ”As mulheres vão poder se candidatar nas eleições municipais e vão poder até votar”, completou.
Avanço
A analista da BBC Emily Buchanan afirma que a medida e de importância extraordinária para as mulheres sauditas, que não tem permissão para dirigir ou sair do país desacompanhadas.
As eleições municipais são os únicos pleitos públicos na Arábia Saudita.
Mais de 5 mil homens vão competir nas eleições municipais da próxima quinta-feira, a segunda já realizada no país, para eleger assentos nos conselhos locais.
A outra metade dos assentos é nomeada pelo governo.
As próximas eleições municipais devem acontecer dentro de quatro anos.
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